Mãe, mãe-pai, pai-mãe!

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Maio: mês das mães, mês da adoção. Do latim MAIUS, mês dedicado à deusa MAIA, filha de Atlas e mãe de Mercúrio, quando os cultos de louvor ocorriam na primeira quinzena de maio.

Mês de festejar todas as mães: as negras, as brancas, as pardas, as índias, as ricas, as pobres, as vovós que se tornam  mães dos netos, as madrastas, as professoras, meio  mães de alunos, as que já vivem no espaço espiritual. A mãe que gerou e entregou seu filho para que outra mulher se tornasse mãe!

Homenagem também para aquela mãe desestruturada, drogada, que “não teve colo”, apoio e não sabe ser mãe.

Mãe: apenas três letras. Mulher-mãe, homem–mãe, fortes no amor e na dedicação, frágeis diante de sua missão.

Há mães amigas, há as que vivem numa solidão e esquecida pelos filhos, há as que dão a vida pela vida ,as que abandonam ,as que criam, amam, adotam e são chamadas pela LEI de “substitutas”.

Mãe esposa, mãe feia ou bonita, jovem ou idosa, doente ou saudável, doce ou amargurada, alegre ou triste, educadora, não importa  o adjetivo – é mãe!

Nenhuma mulher é mãe por acaso, tem um lugar para ocupar e uma missão para realizar. Não é mera expectadora do desenvolvimento do filho, não é um ser sublime, não é padecer num paraíso, é um ser que deve se atualizar e se dedicar na formação de um ser que irá exercer sua cidadania cercado de valores morais.

A mãe adotiva, a nova mãe, é aquela que busca o exercício da maternidade para realizar e construir a vida de uma criança que se torna FILHO.

Mãe adotiva é aquela que busca, espera muito, tem uma longa gestação psicológica, até por anos e será chamada de “ mãe adotiva”. Não ! é MÃE!

 

 



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